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A política de saúde atual enfatiza a necessidade de abordagens mais colaborativas e baseadas em equipe para fornecer cuidados, e por uma maior voz para os usuários de serviços na gestão e entrega de cuidados. Cada vez mais, as políticas incentivam 'parcerias' entre usuários e profissionais para que os usuários também se tornem efetivamente membros da equipe. Ao examinar esse fenômeno, este artigo baseia-se em insights da literatura de sociologia organizacional sobre trabalho em equipe, que destaca os desafios de reunir grupos profissionais diversos, mas que até agora não foi aplicada em contextos onde os usuários também estão incluídos nas equipes. Usando dados de um estudo qualitativo de cinco projetos piloto de genética do câncer, nos quais usuários de serviços foram incluídos em equipes responsáveis pela gestão e desenvolvimento de novos serviços, destaca as dificuldades envolvidas em formar equipes com membros tão heterogêneos – e os paradoxos que surgem quando essa tarefa é realizada. Revela como a tensão entre integração e especialização dos membros da equipe, destacada na literatura sobre equipes em geral, é especialmente aguda para os usuários de serviços, cuja contribuição é mais frágil e suscetível de se confundir.
Martin et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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