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Este estudo responde ao chamado para investigações transculturais sobre o assédio no trabalho ao examinar a relação entre assédio no trabalho e atitudes entre empregados de dois países. Os autores argumentam que empregados de sociedades menos inclinadas a aceitar que diferenças de poder existem como resultado da estrutura (países de baixa distância de poder, p.ex., Austrália) reagirão ao assédio no trabalho de forma mais negativa do que os empregados de culturas que aceitam que as diferenças de poder existem como resultado da estrutura (alta distância de poder, p.ex., Cingapura). No total, 165 empregados cingapurianos e 152 australianos completaram questionários projetados para avaliar assédio no trabalho, identificação do grupo de trabalho e satisfação no trabalho. Os resultados mostraram que o assédio no trabalho estava negativamente relacionado tanto à identificação com o grupo de trabalho quanto à satisfação no trabalho entre empregados de ambos os países. Além disso, a cultura nacional influenciou a relação entre assédio e satisfação no trabalho e identificação do grupo de trabalho, de modo que as relações negativas entre assédio e esses resultados atitudinais foram mais fortes para australianos do que para cingapurianos.
Loh et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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