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Introdução: A descoberta de células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs) revolucionou o campo da medicina translacional ao permitir a reprogramação de células somáticas adultas em um estado pluripotente. De modelos de doenças personalizados a terapias celulares inovadoras, as iPSCs estão prontas para desempenhar um papel central no futuro da medicina clínica. As iPSCs têm enormes promessas devido à sua capacidade de se autorrenovar indefinidamente e se diferenciar em todos os tipos de células somáticas, oferecendo assim modelos celulares e opções terapêuticas específicos para os pacientes sem as restrições éticas das células-tronco embrionárias (ESCs). As iPSCs, que exibem pluripotência semelhante às células-tronco embrionárias, são geradas pela introdução de fatores específicos em células terminalmente diferenciadas, induzindo uma mudança em seu panorama epigenético e transcricional, o que leva à reativação do programa de pluripotência das células. No entanto, os mecanismos subjacentes à reprogramação bem-sucedida permanecem pouco compreendidos. Métodos: Neste estudo, realizamos uma avaliação estatística das eficiências de reprogramação de 150 linhagens de iPSC geradas em nosso laboratório, comparando fatores como o tipo de célula somática inicial, número de passagens, estado de saúde do doador, idade e sexo do doador, metodologia de reprogramação e condições de crescimento. Resultados/Discussão: Descobrimos que o fator mais relevante que influencia a eficiência de reprogramação é o estado de desenvolvimento das células iniciais. Enquanto outros parâmetros podem exercer efeitos menores, características biológicas inerentes específicas do doador parecem desempenhar o papel mais forte na determinação dos resultados da reprogramação.
Kuebler et al. (Ter,) estudaram essa questão.