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A autora evoca os imaginários decoloniais através de um olhar queer e um romance histórico, centrados no desejo lésbico e na intencionalidade do ator. Sua crítica a uma historiografia colonialista e heteronormativa sugere novas metodologias e teorias para desidentificar, desencastrar e decolonizar a história dos territórios e dos corpos chicanas/os da fronteira. Para decolonizar a história e a imaginação histórica, é necessário descobrir as vozes do passado que honram experiências múltiplas e possibilitam interpretações diferentes do que frequentemente não é ouvido.
Emma Pérez (Qui,) estudou essa questão.