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A Arqueologia das Comunidades desenvolve uma avaliação crítica da comunidade e mostra que ela representa mais do que uma mera agregação de lares. Esta coleção preenche a lacuna entre os estudos de sociedades antigas e lares antigos. A comunidade é vista como mais do que uma mera agregação de lares, ela existe em parte através de identidades compartilhadas, assim como interação frequente e integração entre lares. Baseando-se em estudos de caso que variam em localização desde o Vale do Mississippi até o Novo México, dos Andes do Sul até as Montanhas Blue Ridge do Condado de Madison, Virgínia, o livro explora e discute comunidades de uma ampla gama de períodos, desde o Pré-Colombiano até o Clássico Tardio. Discussões sobre comunidades reais são reforçadas por um forte debate sobre, por exemplo, a distinção entre 'Comunidade Imaginada' e 'Comunidade Natural.'
Um estudo da Fri analisou essa questão.