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Este artigo apresenta os resultados de um estudo de três anos sobre as experiências e crenças de professores em formação (estudantes) sobre a educação sexual nas escolas da Nova Zelândia. Ele relata as próprias memórias dos participantes sobre os programas de educação sexual escolar e examina as mudanças em suas construções da educação sexual durante sua formação em educação em saúde. Comparações entre suas crenças originais sobre o que constitui uma ‘boa’ educação sexual e aquelas que desenvolveram após três anos de formação docente são feitas. Antes de iniciar e após concluir os cursos introdutórios de educação em saúde em 2004 e os cursos de especialização em educação em saúde do terceiro ano em 2006, dados quantitativos e qualitativos foram coletados. A análise dos dados anteriores mostrou que os participantes viam o aprendizado sobre segurança física e prevenção de desastres como constituindo uma educação sexual eficaz. No final de 2006, embora a segurança física e a evitação de riscos ainda fossem apresentadas como aspectos importantes da educação sexual, um tema de ‘a sexualidade não se resume apenas ao sexo’ havia emergido. Abordagens positivas e abrangentes para o ensino sobre sexualidade agora definiram suas construções da educação sexual. No entanto, apenas alguns participantes demonstraram compreensão consolidada da sexualidade como uma construção social, ou expressaram perspectivas críticas ou socioecológicas da educação sexual.
Margaret Sinkinson (Sun,) estudou essa questão.