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Mesmo enquanto a América se torna mais multirracial, a divisão entre negros e brancos continua sendo central para entender muitos padrões e tensões na sociedade contemporânea. Desde a década de 1960, no entanto, cientistas sociais preocupados com este tema têm relutado em discutir as dimensões culturais da desigualdade racial - não querendo culpar a vítima por ter valores errôneos. Este texto redireciona essa tendência de pesquisa, empregando os métodos mais sofisticados de análise cultural de hoje para uma nova compreensão de como as estruturas culturais articulam o problema negro/branco. Esses ensaios examinam os territórios culturais da raça através de tópicos como as estratégias dos negros para lidar com o racismo, categorias públicas para definição de raça e definições de regras para membros culturais. Com base empírica, esses estudos analisam divisões entre negros de acordo com suas relações com brancos ou com a cultura negra alternativa; diferenças entre brancos em relação às suas atitudes em relação aos negros; e diferenças tanto entre negros quanto entre negros e brancos, em suas compreensões culturais de vários aspectos da vida social, que vão desde o sucesso material até a vida conjugal e ideias sobre o feminismo. Os ensaios nos ensinam sobre os universos culturais em grande parte inexplorados de executivos negros, estudantes universitários em ascensão, trabalhadores da indústria de fast-food, os chamados pais ausentes, e defensores de currículos afrocentrados.
Stearns et al. (Qui,) estudaram esta questão.