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Usando dados em nível de país de 2000-2013, testamos a relação entre a satisfação com a vida (medida como a forma como as pessoas avaliam suas vidas como um todo, e não como se sentem no momento) e a motivação para trabalhar (medida como horas agregadas de trabalho). Nossa hipótese é que mesmo após controlar as taxas médias de imposto sobre a renda do trabalho em países com altas e baixas horas trabalhadas, há uma associação negativa significativa entre a motivação para trabalhar e a satisfação com a vida. As principais conclusões deste artigo são que o aumento na motivação para trabalhar por empregado vem à custa da satisfação com a vida, e que as diferenças nas taxas médias de imposto sobre a renda do trabalho não podem explicar as diferenças na alocação de tempo. Uma vez incluída a satisfação com a vida, as hipóteses de estudos econômicos neoclássicos anteriores são quase irrelevantes para determinar a resposta das horas de mercado a taxas de imposto sobre a renda do trabalho mais altas. De acordo com nossa suposição, encontramos uma relação negativa entre a satisfação com a vida e a motivação para trabalhar nas análises entre países. Em países com as maiores horas trabalhadas (Hungria, Estônia), a riqueza é geralmente preferida ao lazer e em países com as menores horas trabalhadas (França, Alemanha), o lazer é preferido à riqueza.
Nadirov et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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