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FUNDAMENTO: Há preocupações de que medidas preventivas em idosos possam aumentar a fragilidade ao aumentar a sobrevivência sem melhorar a saúde. Investigamos o impacto do exercício nas probabilidades de melhora da saúde, deterioração e morte em idosos que vivem na comunidade. MÉTODOS E PRINCIPAIS CONCLUSÕES: No Estudo Canadense de Saúde e Envelhecimento, o status de saúde foi medido por um índice de fragilidade baseado no número de déficits de saúde. O exercício foi classificado como alto ou baixo/não exercício, utilizando um questionário validado e autoadministrado. O status de saúde e a sobrevida foram reavaliados após 5 anos. De 6297 participantes elegíveis, 5555 tinham dados completos. Em todos os graus de fragilidade, as taxas de mortalidade para homens e mulheres com mais de 75 anos que se exercitaram foram semelhantes às de seus pares com 65 a 75 anos que não se exercitaram. Além disso, enquanto todos aqueles que se exercitaram tiveram uma maior chance de melhorar seu status de saúde, os maiores benefícios foram observados entre aqueles que eram mais frágeis (por exemplo, melhoria ou estabilidade foi observada em 34% dos que se exercitaram muito em comparação com 26% dos que se exercitaram pouco/não se exercitaram para aqueles com 2 déficits, comparado a 40% dos que se exercitaram muito em comparação com 22% dos que se exercitaram pouco/não se exercitaram para aqueles com 9 déficits na linha de base). CONCLUSÕES: Em idosos que vivem na comunidade, o exercício atenuou o impacto da idade na mortalidade em todos os graus de fragilidade. O exercício conferiu seus maiores benefícios para melhorias no status de saúde entre aqueles que eram mais frágeis na linha de base. Portanto, o efeito líquido do exercício deve ser melhorar o status de saúde em nível populacional.
Hubbard et al. (Terça,) estudaram essa questão.