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Cem casos de autoagressão, compreendendo 39 auto-cortadores e 61 auto-envenenadores, foram entrevistados quando se tornaram capazes de descrever o ato: 83 em um departamento de emergência, 17 em um hospital. Gravações padronizadas foram feitas de seu estado emocional antes e depois do ato, juntamente com uma descrição das circunstâncias sociais sob as quais ocorreu. As informações foram obtidas de uma forma que permitiu a comparação com dados existentes sobre autoagressão em animais, embora as comparações tenham sido feitas entre o que se sabe sobre o comportamento animal nessa área e os sentimentos humanos relatados por esses sujeitos. Os resultados indicam semelhanças entre o que se sabe sobre autoagressão em animais e auto-corte em humanos na forma da lesão, na situação social que precede o ato e na agitação que a antecede. Semelhanças também existem, mas são menos próximas, para os auto-envenenadores. O efeito mais óbvio do ato é a redução da tensão; isso pode constituir seu valor fisiológico.
Ih et al. (Qui,) estudaram essa questão.