Key points are not available for this paper at this time.
Sem Rótulo: A geração de adenosina imunossupressora pelo CD73 dentro do microambiente tumoral hipóxico causa desregulação dos infiltrados de células imunes, resultando em progressão tumoral, metástases e desfechos clínicos ruins. Terapias direcionadas à via adenosinérgica, como anticorpos que visam CD73 e CD39, demonstraram eficácia em modelos de tumores em camundongos; no entanto, versões humanizadas estão apenas em desenvolvimento preliminar. Em contraste, os antagonistas do receptor de adenosina A(2A) avançaram para ensaios clínicos de última fase na doença de Parkinson, mas as evidências de seu papel em oncologia são limitadas. Esta revisão irá comparar os méritos e desafios dessas abordagens terapêuticas, identificando indicações tumorais e combinações que podem ser frutíferas à medida que progridem para a clínica. Significância: Altas concentrações de adenosina imunossupressora foram relatadas em cânceres, e a adenosina está implicada no crescimento de tumores. Esta breve revisão delineia as estratégias de tratamento atuais e subtipos tumorais que se beneficiarão do direcionamento das vias adenosinérgicas, isoladas ou em combinação com abordagens contemporâneas ao tratamento do câncer.
Young et al. (Sex,) estudaram esta questão.