A visão clássica das emoções postula que existem algumas "emoções básicas" que possuem impressões digitais específicas (circuitos neurais, expressões faciais, etc.) e que são desencadeadas diretamente por estímulos no ambiente ou por avaliações automáticas dos estímulos. No entanto, há um corpo crescente de pesquisa em apoio à teoria construtivista da emoção. Esta teoria sugere que emoções tradicionalmente rotuladas como raiva, medo, felicidade, nojo e tristeza são baseadas em processos psicológicos básicos (perceptuais, atencionais e mnêmicos) que se combinam de várias maneiras para produzir estados emocionais e afetivos, enquanto esses “ingredientes” psicológicos podem não ser específicos à emoção. O propósito deste artigo é revisar a teoria construtivista e algumas implicações práticas para criação de filhos, educação, intervenções em autismo e psicoterapia.
Stroe-Matauan et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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