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FUNDAMENTAÇÃO: A principal justificativa para a detecção precoce e intervenção na esquizofrenia é a severidade, cronicidade e resistência ao tratamento do transtorno. Isso sugere que os pesquisadores prestem mais atenção às fases premórbidas e de início da esquizofrenia, quando a vulnerabilidade à psicose se torna expressa e os processos neurobiológicos deficitários que direcionam a formação de sintomas parecem ser os mais ativos. MÉTODO: Revisamos as evidências de que a plasticidade cerebral pode ser retida ou revertida, apesar dos processos deficitários. RESULTADOS: Os dados são preliminares, mas sugestivos o suficiente para justificar mais pesquisa. CONCLUSÕES: No geral, precisamos nos concentrar no curso inicial da esquizofrenia, detectando casos precocemente no início ou no pródromo, testando se isso melhora a resposta ao tratamento e o prognóstico, e prevendo casos em risco precocemente na fase prodrômica. Projetos para abordar essas questões são apresentados e questões relevantes são discutidas.
Thomas H. McGlashan (Mon,) estudou essa questão.