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Este estudo examina as experiências de doze mães solo na educação superior em duas universidades na Nova Zelândia. As entrevistas ilustraram que as mães solo são frequentemente construídas pela sociedade como pessoas que merecem sentir culpa por sobrecarregar os contribuintes e por criar filhos sem um pai que more em casa. Essa culpa é visceral. É sentida e vivida nos corpos diariamente. Para a maioria das entrevistadas, no entanto, ter sucesso na universidade também despertou sentimentos de orgulho. A partir das ideias de Elspeth Probyn sobre culpa, vergonha e orgulho, conseguimos entender mais sobre as experiências das mães solo na educação superior. Permanecemos menos certos sobre a capacidade afetiva da culpa para a política em nosso caso específico. Para algumas mães, sentir culpa levou a uma questionamento das construções normativas da maternidade, mas para outras, isso não foi o caso. Portanto, parece que o potencial transformador da culpa pode ser mobilizado tanto de maneiras emancipatórias quanto mais normativas. Também descobrimos que as mães solo envolvidas em aprendizado superior ocupam um espaço paradoxal. Algumas se sentem empoderadas para ver suas vidas e relacionamentos de maneira diferente, das margens e do centro, através da culpa e do orgulho.
Longhurst et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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