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Na última década, os processos de microfabricação, incluindo técnicas de prototipagem rápida, avançaram rapidamente e atingiram um estágio bastante maduro. Esses avanços incentivaram e possibilitaram o uso de dispositivos microfluídicos por uma gama mais ampla de usuários, com aplicações em separações biológicas e culturas de células e organoides. Assim, um desafio atual significativo na área é controlar interações biomoleculares em interfaces e o desenvolvimento de novos biomateriais para satisfazer as necessidades únicas das aplicações biomédicas. O poli(dimetilsiloxano) (PDMS) é um dos materiais mais amplamente utilizados na fabricação de dispositivos microfluídicos. A popularidade deste material é resultado de seu baixo custo, fabricação simples que permite prototipagem rápida, alta transparência óptica e permeabilidade a gases. No entanto, uma grande desvantagem do PDMS é sua hidrofobicidade e rápida recuperação hidrofóbica após a hidrofitalização da superfície. Isso resulta em uma adsorção não específica significativa de proteínas, bem como de pequenas moléculas hidrofóbicas, como medicamentos terapêuticos, limitando a utilidade do PDMS em circuitos microfluídicos biomédicos. Assim, aqui, focamos em avanços recentes em tratamentos moleculares de superfície para evitar a incrustação das superfícies de PDMS, visando melhorar sua utilidade e expandir seus casos de uso em aplicações biomédicas.
Gökaltun et al. (Qua,) estudaram esta questão.
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