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A deficiência física tem um efeito profundo na qualidade de vida, nas interações sociais e no bem-estar emocional. A solidão tem se mostrado uma companheira frequente daqueles que são afligidos por doenças crônicas que resultam em deficiências físicas. Este estudo examinou os aspectos qualitativos dessa solidão. Quinhentos e noventa e três participantes se voluntariaram para responder a um questionário de 30 itens com respostas sim/não. Aqueles com deficiências físicas foram comparados aos não deficientes (população geral), e depois subdivididos em cinco subgrupos homogêneos (ou seja, aqueles com esclerose múltipla, osteoporose, Parkinson, artrite e outras deficiências), que foram comparados entre si e à amostra da população geral que é saudável e não está doente cronicamente. Os resultados indicam que a solidão daqueles com deficiências físicas difere significativamente da solidão da população geral.
Rokach et al. (Sun,) estudaram esta questão.