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Probióticos são definidos como microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem um benefício à saúde do hospedeiro. Agora há evidências crescentes de que cepas probióticas selecionadas podem fornecer benefícios à saúde de seus hospedeiros humanos. Vários ensaios clínicos mostram que certas cepas podem melhorar o resultado de infecções intestinais, reduzindo a duração da diarreia. Investigações adicionais demonstraram benefícios na redução da recorrência de infecções urogenitais em mulheres, enquanto estudos promissores em câncer e alergias requerem pesquisa sobre os mecanismos de atividade de cepas específicas e ensaios melhor projetados. No momento, apenas uma pequena porcentagem de médicos conhece os probióticos ou entende sua aplicabilidade potencial ao cuidado do paciente. Assim, os probióticos ainda não fazem parte do arsenal clínico para a prevenção e tratamento de doenças ou manutenção da saúde. O estabelecimento de padrões e diretrizes aceitas, propostas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura e pela Organização Mundial da Saúde, representa um passo importante para garantir que produtos confiáveis com reivindicações de saúde informativas adequadas se tornem disponíveis. Com base nas evidências até o momento, futuros avanços com terapias de cepas únicas e múltiplas estão no horizonte para o manejo de várias condições debilitantes e até fatais.
Reid et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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