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O objetivo do estudo foi investigar a eficácia de um modelo autodirigido em três fases para melhorar as habilidades de resolução de problemas sociais e os níveis de autodeterminação de estudantes com TEA. Um total de 44 estudantes do ensino médio com TEA foram atribuídos a um grupo experimental (n = 24) que recebeu a instrução autodirigida em três fases ou a um grupo controle sem tratamento específico (n = 20). A análise de dados incluiu testes bivariados e modelagem linear hierárquica para analisar as pontuações de resolução de problemas sociais (2 domínios) e autodeterminação (4 domínios) avaliadas por professores e alunos. Os resultados deste estudo sugeriram que, após controlar o funcionamento cognitivo e o suporte de colegas/professores, (a) os estudantes que receberam a instrução melhoraram significativamente suas habilidades de resolução de problemas sociais quando avaliados pelos professores, em comparação com aqueles que não receberam a intervenção; e (b) os participantes que receberam a intervenção do modelo de resolução de problemas sociais autodirigido também fizeram melhorias em vários domínios de autodeterminação, embora os resultados não tenham sido significativos. Os efeitos significativos de grupo por tempo na resolução de problemas sociais implicaram a eficácia do modelo de resolução de problemas sociais, significando que os estudantes com TEA se tornaram solucionadores de problemas mais autodirigidos com a conclusão das três fases da intervenção.
Yu-Chi Chou (Sun,) estudou essa questão.
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