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Com base nos dados de danos em árvores individuais datados da tempestade “Lothar” (inverno de 1999) em Baden-Württemberg, Alemanha, um modelo estatístico foi desenvolvido para estimar o risco de danos de tempestade para árvores individuais. Os dados foram compilados a partir do Inventário Florestal Nacional Alemão. O modelo tenta separar os efeitos de variáveis específicas das árvores, topografia, condições do local e efeitos relacionados ao campo de fluxo na probabilidade de danos. O problema crucial da falta de informações sobre os parâmetros reais do campo de fluxo foi resolvido aplicando um modelo aditivo generalizado que permite o ajuste simultâneo de uma função de tendência espacial. A localização geográfica dos pontos críticos de risco, conforme previsto pelo modelo, corresponde bem ao padrão de distribuição real de danos causados pela tempestade, conforme avaliado pelo serviço florestal. A altura da árvore provou ser um dos fatores mais importantes que afetam o nível de danos, enquanto a razão entre a altura e o diâmetro a altura do peito influencia a probabilidade de danos em uma extensão muito menor. O grupo de abeto norueguês (Picea abies (L.) Karst.) tem o maior potencial de ser danificado, seguido pelo grupo de faia prateada (Abies alba Miller) – pinheiro-de-Douglas (Pseudotsuga menziesii (Mirb.) Franco) e o grupo de pinheiro-sylvestre (Pinus sylvestris L.) – larício (Larix spp.). As probabilidades previstas para árvores decíduas são geralmente menores do que as de coníferas. Locais expostos ao oeste e ao sul apresentam um risco de dano consideravelmente maior e solos encharcados mostram uma probabilidade prevista aumentada em comparação com solos ligeiramente ou não encharcados.
Schmidt et al. (Sun,) estudaram essa questão.