Article discusses educomunicação's role in advocating communication as a human right, suggesting implications for socio-environmental resistance.
RESUMOO artigo discute como a educomunicação socioambiental tem se consolidado no Brasil como prática e epistemologia latino-americana que afirma a comunicação como direito humano e como instrumento de resistência à mercantilização de vidas e territórios. A partir de fundamentos freirianos, das mediações de Martín-Barbero e da pedagogia comunicativa de Kaplún, mostra-se que a educomunicação fortalece práticas dialógicas, críticas e coletivas. Com base em 203 iniciativas mapeadas pelo projeto Educom&Clima, o texto evidencia como organizações da sociedade civil, escolas e movimentos sociais mobilizam estratégias educomunicativas para enfrentar a emergência climática, embora temas como justiça climática e racismo ambiental ainda sejam menos abordados. E os dados da pesquisa “A Guerra de Oiá: Comunicação, Mulheres e Transição Energética” revelam resistências de mulheres sertanejas, destacando práticas educomunicativas que denunciam os impactos do neocolonialismo verde na transição energética e anunciam o valor dos saberes ancestrais que sustentam os territórios ameaçados.
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Brianezi et al. (2026) studied this question.
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