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A especificidade de sequência de uma classe de polímeros biologicamente inspirados baseados em glicinas N-substituídas (polipeptóides) permite um grau de ajustabilidade na cristalização e no comportamento térmico que não está disponível em sistemas poliméricos clássicos. Demonstra-se que uma série de homopolímeros peptóides são estáveis em temperaturas de até 250−300 °C e são cristalinos com transições de fusão reversíveis variando de 150 a 225 °C. Defeitos inseridos em locais precisos ao longo da espinha dorsal do polímero (como substituições de monômero) possibilitam o controle da temperatura de fusão. Os pontos de fusão diminuem com o aumento do conteúdo de defeitos, e a difração de raios X (XRD) indica inclusão de defeitos na rede cristalina. Além disso, demonstra-se que a distribuição dos defeitos para um determinado nível de conteúdo afeta as propriedades térmicas da cadeia de peptóides.
Rosales et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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