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Métodos como o bio-verde são vantajosos em relação aos métodos químicos e físicos devido à síntese ecológica e de baixo custo de nanopartículas. O presente estudo foi delineado para a síntese verde de nanopartículas de prata (AgNPs) e sua avaliação biológica. O extrato metanólico de rizomas de Bergenia ciliata (BC) preparado por maceração foi utilizado para a síntese de AgNPs e confirmado por espectroscopia UV-visível e por transformada de Fourier no infravermelho (FTIR). Adicionalmente, a microscopia eletrônica de varredura por emissão de campo (SEM) foi utilizada para a determinação da forma e do tamanho. O potencial antioxidante, antimicrobiano e citotóxico in vitro foi determinado utilizando protocolos padrão. As nanopartículas apresentavam formato esférico com tamanho médio de partícula de 35 nm. A análise por FTIR revelou o possível envolvimento de fitoconstituintes nas nanopartículas de prata do extrato bruto. As nanopartículas sintetizadas por via verde (BCAgNPs) demonstraram propriedades antioxidantes aprimoradas em comparação ao extrato bruto. Essas nanopartículas apresentaram efeitos citotóxicos contra náuplios de artêmia (Artemia salina) com um valor de LD50 de 33.92 μg/ml. As BCAgNPs mostraram-se eficazes contra cepas fúngicas e bacterianas patogênicas em comparação ao extrato de Bergenia ciliata. As BCAgNPs sintetizadas por via verde apresentaram atividades biológicas aprimoradas. Os presentes resultados também corroboram as vantagens do uso do método bio-verde para a produção de nanopartículas com potencial de atividades antimicrobiana e citotóxica.
Phull et al. (Fri,) estudaram essa questão.