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A alopecia areata é uma doença autoimune multifatorial com uma patogênese complexa. Como em todas as doenças autoimunes, a predisposição genética é fundamental. O colapso do privilégio imunológico do folículo piloso, levando à perda do couro cabeludo, é um evento patogênico importante na alopecia areata. A microbiota, considerada um ecossistema bacteriano localizado em uma área específica do corpo humano, poderia, de alguma forma, influenciar a patogênese da alopecia areata, assim como ocorre em outras doenças autoimunes. Além disso, o Sequenciamento de Nova Geração do gene bacteriano 16S rRNA e a metodologia metagenômica forneceram uma excelente caracterização da microbiota. O objetivo desta revisão narrativa é examinar a literatura publicada sobre a microbiota cutânea e intestinal na alopecia areata para poder estabelecer uma conexão patogênica. Nesta revisão, resumimos a influência da microbiota no desenvolvimento da alopecia areata. Primeiro, apresentamos os mecanismos patogênicos gerais que causam a alopecia areata para entender a influência que a microbiota pode exercer e, em seguida, resumimos os estudos que foram realizados sobre que tipo de microbiota intestinal e cutânea é encontrada em pacientes com essa doença.
Sánchez-Pellicer et al. (Fri,) estudaram esta questão.