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Embora os fungos micorrízicos arbusculares (AM) sejam simbiontes obrigatórios que podem influenciar o crescimento das plantas, a magnitude e a direção desses efeitos são altamente variáveis dentro de gêneros fúngicos e até mesmo entre isolados dentro das espécies, bem como entre os táxons de plantas. Para determinar se a variação na morfologia e no crescimento dos fungos AM está correlacionada com os efeitos dos fungos AM no crescimento das plantas, estabelecemos um experimento de jardim comum com 56 isolados de fungos AM compreendendo 17 gêneros e seis famílias, cultivando três espécies de plantas hospedeiras. A morfologia e o crescimento dos fungos micorrízicos arbusculares foram altamente conservados entre os isolados da mesma espécie e entre espécies dentro de uma família. Em contrapartida, a resposta de crescimento das plantas à inoculação fúngica foi altamente variável, com a maior parte da variação ocorrendo entre diferentes isolados da mesma espécie de fungo AM. Nossos achados mostram que o desempenho do hospedeiro não pode ser previsto a partir das características de morfologia e crescimento dos fungos AM. Efeitos divergentes no crescimento das plantas entre isolados dentro de uma espécie de fungo AM podem ser causados por coevolução entre populações de fungos e plantas que coexistem.
Koch et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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