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INTRODUÇÃO: Para entender a prática atual da ureteroscopia flexível (fURS), realizamos uma pesquisa mundial entre urologistas com interesse especial em endourologia. MATERIAL E MÉTODOS: plataforma e uma reunião da ESUT para cobrir os padrões de prática e técnicas em relação ao uso da ureteroscopia mundialmente. RESULTADOS: Um total de 114 respostas completas foi obtido. Um fio-guia de segurança foi utilizado por 84,5% dos endourologistas, uma bainha de acesso foi sempre ou quase sempre utilizada por 71% e uma fibra laser reutilizável foi usada por dois terços dos respondentes. Embora uma combinação de pulverização e fragmentação tenha sido usada por 47% como modo preferido de tratamento de pedras intra-renais, alguns usaram pulverização (43%) ou fragmentação com cesto (10%). Os endoscópios descartáveis foram utilizados apenas por 40% e três quartos deles usaram-nas apenas para casos desafiadores. A profilaxia antibiótica foi limitada a uma única dose perioperatória por dois terços (67%) dos respondentes. O tempo do procedimento foi limitado entre 1-2 horas por dois terços (70%) dos respondentes e muito raramente (7,4%) excedeu 2 horas. O método de irrigação variou entre bomba manual (46%), irrigação mecânica (22%) ou irrigação por gravidade (27%). CONCLUSÕES: Nossa pesquisa mostra uma ampla variação no arsenal endourológico disponível e na prática cirúrgica entre os urologistas. No entanto, parece haver um amplo consenso no uso de antibióticos perioperatórios, uso de bainha de acesso, método de tratamento de pedras e uso de stent pós-operatório.
Pietropaolo et al. (Ter,) estudaram essa questão.