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Modelos tradicionais de cultura celular e modelos animais utilizados para triagem pré-clínica de fármacos levaram a altas taxas de descarte de candidatos a fármacos em ensaios clínicos devido ao seu baixo poder preditivo para a resposta humana. Modelos alternativos que utilizam células humanas para construir biomiméticos in vitro do corpo humano, com interações organo-organo fisiologicamente relevantes, têm um grande potencial para atuar como "substitutos humanos" e fornecer previsões mais precisas dos efeitos dos fármacos em humanos. Esta revisão é uma investigação abrangente sobre o desenvolvimento de modelos multiorgânicos em microscale baseados em células humanas bioengenheiradas, ou sistemas microfisiológicos multiorgânicos para teste de fármacos. A evolução de modelos tradicionais para sistemas multiorgânicos em macro e microscale é discutida em relação à justificativa para os recentes esforços globais em sistemas microfisiológicos multiorgânicos. Avanços atuais na integração de cultura celular e tecnologias analíticas em chip, bem como aplicações de prova de conceito para esses microsistemas multiorgânicos, são discutidos. Desafios principais para o campo, como reprodutibilidade e relevância fisiológica, são discutidos com comparações das forças e fraquezas de vários sistemas para resolver esses desafios. As conclusões se concentram no estágio atual de desenvolvimento dos sistemas microfisiológicos multiorgânicos e novas tendências no campo.
Wang et al. (Mon,) estudaram esta questão.