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Resumo O uso de dopantes biologicamente ativos em polímeros condutores permite que o polímero seja adaptado para aplicações específicas. A incorporação do fator de crescimento nervoso (NGF) como co-dopante na deposição eletroquímica de polímeros condutores é avaliada por sua capacidade de provocar interações biológicas específicas com neurônios. As propriedades eletroquímicas dos polímeros condutores modificados por NGF são estudadas por espectroscopia de impedância e voltametria cíclica. Medidas de impedância na frequência neurobiologicamente importante de 1 kHz revelam que a impedância mínima do filme de polipirrol (PPy) modificado por NGF, 15 kΩ, é menor do que a impedância mínima do filme de PPy modificado por peptídeos (360 kΩ). Resultados semelhantes são encontrados com polioctileno (3,4-eter tiofeno) (PEDOT) modificado por NGF. A microestrutura dos filmes de polímeros condutores é caracterizada por microscopia óptica e eletrônica e indica que a topologia da superfície do polímero funcionalizado com NGF é semelhante à do filme de polímero não modificado. A microscopia óptica e de fluorescência revelam que células PC-12 (feocromocitoma de rato) aderiram ao substrato modificado por NGF e extensões neuríticas em PPy e PEDOT, indicando que o NGF no filme polimérico é biologicamente ativo. Juntas, essas informações indicam que a incorporação de NGF pode modificar as interações biológicas do eletrodo sem comprometer as propriedades condutoras ou a morfologia do filme polimérico.
Kim et al. (Mon,) estudaram esta questão.