The present article finds that the causal effect of profound organizational change on employee health can be very low, if job insecurity is mitigated. We demonstrate this by investigating a rare case of a large-scale radical public sector reform with low job insecurity, in which a large number of municipalities are merged into larger local governments, whereas other municipalities are not merged. This adds to previous research, which documents that organizational changes following public sector reform impact employee health negatively. We argue that a conceptual distinction between organizational change and job insecurity may explain the divergence from previous results. An important strength of our study is that the reform investigated can be considered a quasi-experiment, as it was exogenous and implemented simultaneously by the affected local governments. We also have access to an objective measure of the extent of organizational change, which is combined with objective measures of health outcomes from administrative data. The unique availability of high-quality longitudinal data combined with an exogenous reform provides a strong research design, which allows us to draw causal inferences. A number of robustness tests are performed, including propensity score matching and in-depth analysis of particular subgroups of public sector employees. The results indicate that profound organizational change per se does not necessarily lead to decreased health, if job insecurity is low. However, a very modest effect on long-term absenteeism is seen for employees coming from very small municipalities that have been merged into the newly formed organizations. O presente artigo descobriu que os efeitos causais de mudanças organizacionais profundas na saúde dos empregados podem ser muito baixos se a insegurança no trabalho for mitigada. Nós demonstramos isto investigando um caso raro de reforma radical de larga escala do setor público com baixa insegurança no trabalho, na qual um grande número de municípios são fundidos em grandes municípios, enquanto que outros municípios não são fundidos. Isto contribui com pesquisas anteriores, que documentaram que mudanças organizacionais acompanhadas de reformas no setor público impactam negativamente a saúde dos empregados. Nós argumentamos que a diferença conceitual entre mudança organizacional e insegurança no trabalho pode explicar a divergência em resultados prévios. Um aspecto importante do nosso estudo foi que a reforma investigada pode ser considerada como um quase-experimento, na medida em que ele foi exógeno e simultaneamente implementado pelos municípios em questão. Nós também tivemos acesso a um indicador objetivo do grau de mudança organizacional, que é combinado com indicadores objetivos de resultados de saúde a partir de dados administrativos. A disponibilidade única de dados longitudinais de alta qualidade combinados com uma reforma exógena proporcionou um desenho de pesquisa robusto, que nos permite esboçar inferências causais. Uma série de testes de robustez foram realizados, incluindo correspondência de escore de propensão e análise em profundidade de subgrupos específicos de trabalhadores do setor público. Os resultados indicam que mudanças organizacionais profundas per se não necessariamente levam a problemas de saúde se a insegurança no trabalho for baixa. Entretanto, um efeito bastante modesto no absenteísmo de longo prazo é percebido para empregados que advêm de municípios muito pequenos que foram mesclados em uma nova organização. Translated by Ricardo Gomes, University of Brasília
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Bhatti et al. (2015) studied this question.
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