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A formação de armadilhas extracelulares (ETs) por neutrófilos e mastócitos é um mecanismo importante na resposta imunológica inata. Essas estruturas consistem em uma espinha dorsal de cromatina-DNA com peptídeos antimicrobianos e enzimas anexadas que capturam e matam microrganismos. Após a estimulação de neutrófilos e mastócitos com ésteres de fórcio, peptídeos quimiotáticos ou quimiocinas, a geração de espécies reativas de oxigênio (ERO), como o peróxido de hidrogênio, pela oxidade de NAPDH nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (forma reduzida) inicia uma cascata de sinalização que leva à desintegração das membranas nucleares e celulares e à formação de ETs. Essa forma de morte celular não é nem apoptótica nem necrótica, mas permanece a elucidar se ocorre devido à oxidação de fosfatases e quinases, como em outras cascatas de sinalização mediadas por ERO. Essas descobertas implicam "ETose" como uma nova via de morte celular em leucócitos.
Wartha et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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