Esta revisão destaca a alta prevalência e o mau prognóstico da insuficiência cardíaca em diabetes, e observa que a empagliflozina reduz hospitalizações por insuficiência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2.
Revisão
Dados epidemiológicos e clínicos das últimas duas décadas mostraram que a prevalência de insuficiência cardíaca em diabéticos é muito alta, e o prognóstico para pacientes com insuficiência cardíaca é pior naqueles com diabetes do que naqueles sem diabetes. Dados experimentais sugerem que vários mecanismos contribuem para a deficiência na função sistólica e diastólica em pacientes com diabetes, e há um reconhecimento crescente de que esses pacientes desenvolvem insuficiência cardíaca independentemente da presença de doença arterial coronariana ou de seus fatores de risco associados. Além disso, os dados clínicos atuais demonstraram que o tratamento com o inibidor do cotransportador de sódio e glicose 2, empagliflozina, reduziu a hospitalização por insuficiência cardíaca em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e alto risco cardiovascular. Este artigo de revisão resume dados recentes sobre a prevalência, prognóstico, fisiopatologia e estratégias terapêuticas para tratar pacientes com diabetes e insuficiência cardíaca.
Lehrke et al. (Qui,) realizaram uma revisão sobre Diabetes Mellitus e Insuficiência Cardíaca. Esta revisão destaca a alta prevalência e o mau prognóstico da insuficiência cardíaca em diabetes, e observa que a empagliflozina reduz hospitalizações por insuficiência cardíaca em pacientes com diabetes tipo 2.