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O foguete Black Brant V-C Echo 2 foi lançado em Fort Churchill em 25 de setembro de 1972, e injetou pulsos de 64 ms de feixes de elétrons com corrente de 80 mA e voltagem de 45 keV na ionosfera. Este artigo estuda as respostas dos detectores de deflexão eletrostática e estado sólido a elétrons injetados após movimento na ionosfera e atmosfera próximas. Mostra-se que foi apenas por meio de algum tipo de espalhamento que os detectores puderam perceber os elétrons do feixe injetado. Por meio de 'mapas de fase' dos ângulos de injeção e detecção, são encontradas várias regiões distintas que correspondem a um halo de espalhamento do foguete, um halo de espalhamento atmosférico, uma região de respostas fracas, e uma fonte de forte espalhamento acima do foguete. O espalhamento atmosférico foi comparado com os resultados teóricos e experimentais do experimento Echo 1, e encontrou-se que está em razoável concordância. O halo do foguete é discutido qualitativamente; mas não se encontra explicação para o retroespalhamento de cima do foguete, que pode estar associado a uma instabilidade violenta ocasional do feixe. Esta análise foi realizada para melhor entender as complexidades do movimento dos elétrons observados próximo a grandes foguetes transportando aceleradores de elétrons artificiais como um guia no planejamento de experimentos futuros.
Winckler et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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