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Os efeitos da fome e do envelhecimento na sensibilidade do músculo esquelético à insulina foram estudados na preparação isolada de perfusão do membro traseiro de ratos. Como já demonstramos anteriormente, a fome por 48 horas não teve efeito na captação de glicose em membros perfundidos com altos níveis de insulina (5 e 20 mU/ml). Por outro lado, na presença de concentrações fisiológicas de insulina (50--200 muU/ml), a utilização de glicose foi substancialmente maior em ratos em jejum. Baixas concentrações de insulina tiveram um efeito maior na captação de glicose em jovens alimentados (100 g) do que em ratos mais velhos alimentados (350 g). A fome por 48 horas aumentou a captação de glicose tanto em ratos jovens quanto em ratos mais velhos; no entanto, as diferenças relativas persistiram. A fome teve efeitos semelhantes na utilização de glicose pelo músculo sóleo e pelo músculo extensor dos dedos longo incubados. Além disso, aumentou a estimulação pela insulina do transporte de ácido alfa-aminoisobutírico para o músculo extensor dos dedos longo incubado. Esses resultados sugerem que a sensibilidade in vitro do músculo esquelético a concentrações fisiológicas de insulina é aumentada durante a fome. A base para essas descobertas e suas implicações fisiológicas ainda precisam ser determinadas.
Goodman et al. (Ter,) estudaram essa questão.