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Um estudo colaborativo foi conduzido para determinar o conteúdo de fibra dietética solúvel (FDS) em alimentos e produtos alimentícios utilizando uma combinação de procedimentos enzimáticos e gravimétricos. O método foi basicamente o mesmo que o empregado para determinar a fibra dietética total (FDT), 985.29, e o método para fibra dietética insolúvel (FDI), 991.42. Dez laboratórios receberam cada um 13 amostras de teste (6 duplicatas cegas e 1 amostra padrão de vagem verde contendo 29-33% de FDT, 19-23% de FDI e 8-13% de FDS) e foram instruídos a realizar ensaios para FDI, FDS e FDT de forma independente. Incluídos no pacote estavam as 3 enzimas, nomeadamente alfa-amilase, amiloglicosidase e protease, e o auxílio de filtração Celite, que se pensava ser a principal causa dos altos valores de desvio padrão relativo de repetibilidade (DPRR) para SDS obtidos em um estudo colaborativo anterior. Os alimentos a serem analisados eram damascos, cenouras, grão-de-bico, cebolas, passas e a fibra de beterraba açúcar Fibrex. FDI, FDT e FDS foram calculadas como o peso do resíduo menos o peso da proteína e cinzas em uma base de peso seco. Os valores de DPRR dos resultados de FDI tiveram uma média de 8.02%, com apenas 1 alimento apresentando um DPRR > 10%. Os valores de DPRR para os resultados de FDT tiveram uma média de 4.97%, e todos os alimentos tiveram um DPRR < 7%. Embora os valores de DPRR para FDS tivessem uma média de 14.17%, 4 dos 6 alimentos apresentaram um DPRR < 10%, e 1 dos 2 alimentos restantes que apresentavam um alto DPRR tinha um conteúdo de FDS de apenas 1.2%. (RESUMO TRUNCADO EM 250 PALAVRAS)
Prosky et al. (Mon,) estudaram essa questão.