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O hormônio atrial dos mamíferos, fator natriurético atrial (ANF), demonstrou ter ações natriuréticas e diuréticas potentes, bem como efeitos vasodilatadores quando liberado na circulação. Para investigar como os níveis da forma circulante deste peptídeo mudam com a alteração do volume de fluido intravascular, medimos o ANF imunorreativo no plasma de ratos Wistar após carga salina aguda, tratamento agudo com furosemida e restrição crônica de água. Os níveis circulantes de ANF imunorreativo aumentaram significativamente (p menor que 0,001) 1 minuto após a carga salina aguda e retornaram aos níveis normais dentro de 5 minutos. A contração do volume induzida pelo tratamento com furosemida e pela restrição crônica de água reduziu significativamente o ANF imunorreativo circulante. Esses dados indicam que a expansão aguda do volume provoca uma liberação imediata de ANF imunorreativo na circulação geral e a contração aguda do volume resulta em uma queda dos níveis circulantes de ANF imunorreativo, que é mantida durante a contração crônica do volume. Esses resultados sugerem que os átrios detectam alterações no volume de fluido intravascular e respondem mudando os níveis de ANF agudamente, bem como cronicamente, participando assim da regulação dos fluidos corporais e, talvez, da pressão arterial.
Kohno et al. (1987) estudaram essa questão.
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