O sexo atua como um modificador da trombose e da resposta à terapia antitrombótica, impulsionado por diferenças na expressão de proteínas pró-coagulantes e função plaquetária.
Revisão
Como o sexo modifica os mecanismos da trombose e a resposta à terapia antitrombótica?
Esta revisão destaca diferenças críticas baseadas no sexo nos mecanismos de trombose e enfatiza que homens e mulheres podem não obter benefícios iguais das terapias antitrombóticas padrão.
Existem diferenças baseadas no sexo na prevalência e apresentação de trombose arterial e venosa, e dados emergentes indicam que homens e mulheres não acumulam benefícios iguais da terapia antitrombótica. Hormônios sexuais alteram a expressão de proteínas pró-coagulantes e a função das células sanguíneas e vasculares. Diferenças baseadas no sexo na função plaquetária foram relatadas e, em modelos animais, foram observadas diferenças na trombose baseadas no sexo. Aqui revisamos mecanismos plausíveis que podem explicar como o sexo atua como um modificador da trombose e resumimos dados clínicos sobre a interação entre sexo e resposta à terapia antitrombótica.
Bailey et al. (Terça-feira,) conduziram uma revisão sobre trombose arterial e venosa. O sexo (feminino vs masculino) foi avaliado. O sexo atua como um modificador da trombose e da resposta à terapia antitrombótica, impulsionado por diferenças na expressão de proteínas pró-coagulantes e função plaquetária.
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