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Baseando-se em dez estudos do PIRLS, PISA e TIMSS, estudamos as desigualdades sociais na pertença escolar no contexto do rastreamento precoce. Investigamos se a) existem desigualdades sociais na pertença escolar b) o rastreamento precoce tem um efeito nos níveis de pertença escolar c) o rastreamento agrava as desigualdades sociais em relação à pertença escolar. Construímos uma grande base de dados que abrange uma ampla gama de países e populações estudantis representativas em escolas primárias e secundárias. Aproveitamos que nenhum país rastreia seus alunos na escola primária e usamos uma abordagem de diferenças em diferenças para estudar o efeito do rastreamento. Nossos achados mostram uma associação positiva entre o status socioeconômico dos alunos e a pertença escolar, mas nenhum efeito do rastreamento. Da mesma forma, não encontramos evidências de que o rastreamento agrave as desigualdades sociais na pertença escolar. A análise multiverso ressalta a robustez geral desses achados.
Brinkmann et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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