Resumo: Esta resposta situa os ensaios neste número dentro da estrutura mais ampla do antimodernismo americano ou crítica da modernidade, conforme articulado por T. J. Jackson Lears. Argumenta que essa estrutura continua a ser tão relevante para os conflitos políticos e culturais atuais quanto para os escritos da década de 1890. Além disso, ao notar a ênfase dos ensaios nos gêneros multifacetados, que superam o realismo, dentro dos escritos deste período, argumenta que os debates sobre o status da modernidade muitas vezes se desenrolam na forma de tensões entre modos genéricos. O texto sugere ainda que a retórica política dentro da crítica americanista contemporânea compartilha algumas inclinações românticas — isto é, antimodernas e criadoras de mitos — com a direita contemporânea; assim, apesar de suas divergências profundamente significativas, temas como o antistatismo podem subjacente às duas partes. Em contraste, os romances genericamente heterogêneos discutidos aqui são capazes de levantar questões sobre os perigos da modernidade a partir de um ponto de vista menos vinculado à sua superação idealizada.
Jennifer L. Fleissner (Sun,) estudou esta questão.
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