O Modelo Padrão da física de partículas descreve com sucesso muitos fenômenos subatômicos, mas depende de parâmetros empíricos em vez de fornecer derivações fundamentais para as massas das partículas e as origens da gravidade. Este artigo propõe uma unificação determinística, livre de parâmetros, de todas as forças fundamentais, modelando o vácuo físico como um espaço topológico contínuo e similar a um fluido. Neste framework, as partículas elementares são modeladas não como pontos zero-dimensionais, mas como vórtices estáveis e emaranhados. Usando mecânica de fluidos clássica e geometria, as massas de repouso invariantes do próton e do elétron são derivadas diretamente do volume espacial físico necessário para dobrar esses nós subatômicos. A constante de estrutura fina emerge naturalmente como um limite geométrico da fricção do fluido. Além disso, as forças nucleares fortes e fracas são explicadas, respectivamente, como tensão interna de nó e reconexão clássica de vórtices. Finalmente, a incompatibilidade entre a Relatividade Geral e a mecânica quântica é resolvida ao redefinir a curvatura espacial gravitacional como pressão de radiação acústica. Este framework mecânico contínuo deriva a Constante Gravitacional de Newton diretamente da impedância de onda fundamental, oferecendo uma descrição abrangente e clássica do universo sem a necessidade de partículas pontuais não observáveis ou portadores de força desconexos.
Reginaldo Gomes de Arruda Junior (Mon,) estudou essa questão.
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