Como um dos tumores malignos mais comuns entre mulheres em todo o mundo, o câncer de mama requer diagnóstico precoce e classificação precisa para melhorar significativamente as taxas de sobrevivência das pacientes. Técnicas de imagem convencionais, como mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética (RM), desempenham um papel fundamental na triagem do câncer de mama. No entanto, elas são limitadas por uma especificidade relativamente baixa e uma dependência significativa da expertise de profissionais médicos. Nos últimos anos, técnicas de aprendizado de máquina e aprendizado profundo proporcionaram novas abordagens para o diagnóstico inteligente do câncer de mama, extraindo características de alta dimensão de imagens médicas. Este estudo aprofunda os aspectos patológicos, as tecnologias de imagem e a implementação de algoritmos de aprendizado de máquina no contexto do câncer de mama. Realiza uma revisão abrangente dos critérios diagnósticos para cânceres de mama não invasivos, em estágios iniciais invasivos e totalmente invasivos, ao mesmo tempo em que avalia as forças e fraquezas de várias modalidades de imagem, incluindo mamografia, ultrassonografia, RM e imagem em medicina nuclear. As limitações dos métodos de imagem convencionais na diferenciação de subtipos também são discutidas. Além disso, ao integrar radiômica e modelos de aprendizado profundo, como redes neurais convolucionais (CNN) e florestas aleatórias, o estudo avalia o desempenho de sistemas de diagnóstico inteligentes na classificação do câncer de mama. Casos clínicos e conjuntos de dados disponíveis publicamente foram utilizados como fontes de dados. Os resultados mostram que combinar características de imagem multimodal com algoritmos de aprendizado de máquina melhora significativamente a precisão diagnóstica, alcançando uma área sob a curva (ASC) de 0,922. Esta pesquisa fornece suporte teórico e referências técnicas para o diagnóstico e tratamento precisos do câncer de mama. Trabalhos futuros devem focar em aumentar a generalizabilidade do modelo e conduzir validação clínica em múltiplos centros.
Boya Jiang (qua,) estudou esta questão.
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