As meninas na Nigéria Setentrional enfrentam obstáculos significativos à educação devido a fatores culturais, econômicos e governamentais. Apesar dos esforços globais para mudar isso, normas patriarcais, interpretações religiosas errôneas e tradições culturais prejudiciais, como o casamento precoce, continuam a obstruir o acesso das meninas à educação. A pobreza, o trabalho infantil e as instituições educacionais inadequadas agravam esses problemas, dificultando ainda mais o progresso das meninas. A ineficácia das atividades que não abordam essas preocupações resultou em um ciclo contínuo de exclusão. Esta análise examina pesquisas de 2000 a 2024, destacando os obstáculos culturais, econômicos e legais inter-relacionados que restringem o acesso educacional das meninas, perpetuando assim a desigualdade de gênero e impedindo o avanço socioeconômico. O artigo discute soluções para a questão, como a implementação de políticas educacionais sensíveis ao gênero, aumento do engajamento comunitário e exploração de outras opções de financiamento. Enfatiza o uso da tecnologia, particularmente o aprendizado digital, como meio de superar obstáculos geográficos e culturais, oferecendo às mulheres em regiões distantes novas oportunidades de educação. O documento recomenda a colaboração entre governos, comunidades locais e grupos internacionais para abordar esses problemas. Além disso, enfatiza a necessidade de investigar a eficácia dos programas de educação digital e suas consequências sociais e econômicas a longo prazo.
Abdulganeey et al. (Wed,) estudaram esta questão.