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Investigamos a influência do conteúdo de hidrogênio de 101 ppm em massa na estrutura de deformação e no comportamento mecânico de um aço austenítico Fe30Mn6.5Al0.3C (wt.%) de baixa densidade por meio de várias técnicas de micrografia eletrônica, como imagem de contraste de canalização de elétrons (ECCI), difração de retroespalhamento de elétrons (EBSD) e micrografia eletrônica de transmissão por varredura (STEM). O aço apresenta uma alta resistência à fragilização por hidrogênio associada a um aumento moderado na resistência (aumento da tensão de escoamento de 10%) e ductilidade (aumento na elongação até a fratura de ∼ 8%). A análise da estrutura de deformação revela que o hidrogênio influencia o comportamento de deformação ao promover mecanismos de deformação associados à plasticidade inhomogênea (bandas de deformação aprimoradas por hidrogênio (HEDB)) e localização de deformação (microbanding aprimorado por hidrogênio (HEMB)). Esses mecanismos de deformação são atribuídos a efeitos induzidos por hidrogênio na plasticidade de dislocação, resultando em bandas de dobra macroscópicas, gradientes de deformação localizados na sub-micron e cisalhamento localizado em blocos celulares. Descobrimos que o HEMB desempenha um papel relevante no comportamento de deformação de gradientes de deformação localizados na sub-micron ao promover relaxação plástica e o armazenamento aprimorado de dislocações geometricamente necessárias dentro deles. Esses efeitos mitigam a ativação de mecanismos de danos e aprimoram a capacidade de endurecimento por deformação, contribuindo para a alta resistência ao HE do aço, comparável à de ligas e aços fcc de alta resistência ao HE.
Gutiérrez‐Urrutia et al. (Mon,) estudaram esta questão.