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No campo do discurso político, expressões eupemísticas surgem como uma estratégia linguística. Elas são utilizadas por políticos para navegar de forma inteligente os desafios de alcançar seus objetivos pretendidos, como promover a si mesmos ou criticar outros. O presente estudo investiga as dimensões negligenciadas dos eufemismos utilizados pelo presidente Biden ao falar sobre assuntos locais e globais. Para isso, seis extratos cuidadosamente selecionados dos discursos de Biden são examinados, baseando-se na classificação de Burridge das características linguísticas e funções das expressões eupemísticas, no quadrado ideológico de van Dijk, nas estratégias de polidez negativa de Brown e Levinson, nas máximas conversacionais de Grice e nas bases de poder de French e Raven. O estudo destaca uma ênfase significativa nas mudanças ideológicas positivas sob a atual liderança americana, contrastando-as com os fundamentos negativos de outros. Assim, a função de exagerar e inflar serve expressões eupemísticas como um veículo para projetar representações positivas. Além disso, foi constatado que a função de revelar e inspirar é utilizada para desvendar verdades e inspirar mudanças profundas na percepção. As bases de poder conferem legitimidade e autorizam Biden a empregar tais escolhas linguísticas, amplificando ainda mais o impacto de sua mensagem pretendida.
Humood et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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