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A mastite é comumente reconhecida como uma doença inflamatória localizada da mama induzida pela infiltração de patógenos exógenos. No presente estudo, nosso objetivo foi discernir as variações fecais e do leite tanto na composição da microbiota quanto nos perfis de metabólitos entre três grupos distintos de vacas: vacas saudáveis, vacas com mastite subclínica e vacas com mastite clínica. A comunidade microbiana fecal de vacas com mastite clínica era significativamente menos rica e diversa do que aquela das vacas saudáveis. Em paralelo, a mastite causou uma forte perturbação na microbiota do leite. Os perfis metabolômicos mostraram que onze e vinte e oito moléculas exibiram diferenças significativas entre os três grupos em fezes e leite, respectivamente. De forma semelhante ao perfil da microbiota, o metaboloma do leite foi afetado pela mastite de forma mais extensiva do que o metaboloma fecal, com referência particular a aminoácidos e açúcares. A análise de vias revelou que o metabolismo de aminoácidos e o metabolismo energético poderiam ser considerados as principais vias alteradas pela mastite. Esses achados enfatizam as distinções notáveis das amostras fecais e de leite entre os grupos, do ponto de vista do microbioma e do metaboloma. Essa observação visa aumentar nossa compreensão da mastite em vacas leiteiras.
Zhu et al. (Thu,) estudaram essa questão.
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