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A anfotericina B (AmB) há muito é considerada uma pedra angular no tratamento de infecções fúngicas invasivas (IFIs), especialmente entre pacientes imunocomprometidos. No entanto, o panorama da terapia antifúngica está evoluindo. Novos agentes antifúngicos, com mecanismos de ação inovadores e melhores perfis de segurança, estão surgindo, apresentando alternativas ao domínio tradicional da AmB. Essa mudança, provocada pelo aumento na incidência de IFIs, pelo crescente número de indivíduos imunocomprometidos e pelas mudanças nos padrões de resistência fúngica, sublinha a necessidade contínua de tratamentos eficazes. Apesar desses desafios, a ampla eficácia da AmB e suas baixas taxas de resistência mantêm seu status essencial na terapia antifúngica. Inovações nas formulações de AmB, como complexos lipídicos e sistemas de entrega lipossomais, mitigaram significativamente sua notória nefrotoxicidade e reações relacionadas à infusão, melhorando assim sua utilidade clínica. Além disso, a eficácia da AmB no tratamento de infecções fúngicas graves e raras e seu papel fundamental como profilaxia em ambientes de alto risco destacam seu valor e relevância contínua. Esta revisão analisa a posição da AmB em meio ao panorama antifúngico em constante mudança, ressaltando sua importância duradoura na prática clínica atual e explorando suas potenciais adaptações terapêuticas futuras.
Akinosoglou et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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