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Exploramos a relação entre as competências linguísticas das famílias de refugiados recém-chegados na língua do país anfitrião e sua colaboração na escola e com a escola. Seguindo um design de estudo de caso e através da análise qualitativa de entrevistas com membros de famílias refugiadas e funcionários escolares de uma escola primária alemã, analisamos as perspectivas desses atores sobre os fatores que dificultam e/ou apoiam o envolvimento das famílias e a capacidade de resposta da escola. Na literatura, as políticas linguísticas familiares e as políticas linguísticas e educacionais do país anfitrião são enquadradas como alguns desses fatores, mas nossos resultados apontam para uma consideração mais detalhada do papel desempenhado pela(s) língua(s) na cooperação entre famílias de refugiados recém-chegados e a escola. Nosso estudo revela a importância de considerar as habilidades linguísticas na língua majoritária junto com práticas de alfabetização e caminhos educacionais dos pais no país de origem, e afirma que oportunidades diferenciadas para colaboração devem ser oferecidas dependendo das trajetórias das famílias refugiadas nos países de origem e anfitrião.
Melo-Pfeifer et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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