Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo examina as escolhas entre sentado e em pé em experiências de realidade virtual (VR), abordando conflitos, desafios e oportunidades. Explora questões como o risco de enjoo em usuários estacionários e rotações virtuais, a formação de modelos mentais, autoria consistente, afordâncias e a integração de interfaces corporificadas para interações aprimoradas. Além disso, aprofunda a importância da integração multissensorial e o impacto de desajustes posturais na imersão e aceitação na VR. Em última análise, o artigo enfatiza a importância de alinhar escolhas posturais e interfaces corporificadas com os objetivos das aplicações de VR, seja para entretenimento ou simulação, a fim de melhorar as experiências do usuário.
Zielasko et al. (Sex,) estudaram essa questão.