Resumo: Este artigo examina como o trabalho sexual, a masculinidade, a intimidade e a alienação são apresentados como um 'ato de performance' em Brüder der Nacht (2016) de Patric Chiha e MUTZENBACHER (2022) de Ruth Beckermann. Em ambos os filmes, as fronteiras entre documentário e ficção, o real e o encenado, tornam-se borradas à medida que a identidade individual—em particular, a performance iterativa de gênero e sexualidade—é colocada em contraste com as dinâmicas dos agrupamentos fraternais ou homossociais do conjunto masculino. Nesse sentido, este artigo se baseia na articulação de Fatima Naqvi das 'configurações corais' do documentário contemporâneo para perguntar o que isso significa para o diretor, a audiência e o protagonista fazerem essas vozes serem ouvidas de maneira a colocar as contingências sociais e políticas da masculinidade e sexualidade contemporâneas em evidência.
Uma quarta-feira, um estudo investigou essa questão.