Resumo O artigo apresenta os comentários do autor sobre o estudo da contabilidade em uma faculdade de artes liberais. Ele fala em defesa da disciplina. O autor afirma que a contabilidade na faculdade de artes liberais fincou raízes profundas e veio para ficar. Possui qualidades inerentes que justificam a posição que agora ocupa no currículo de artes liberais, e pode ser um fator que induz mudanças dentro da faculdade na direção de uma abordagem mais franca da situação em relação ao problema da educação profissional. O autor também se sente um tanto despreparado para aceitar as implicações da referência à educação profissional. Ele não acredita que o argumento a favor da contabilidade como uma disciplina que contribui para um currículo de artes liberais seja mais forte quando colocado em termos de educação profissional ou de uma possível revisão dos currículos de artes liberais em busca de um treinamento mais profissional, como essa expressão é comumente aceita. Segundo o autor, as contribuições mais valiosas que a contabilidade pode fazer para o enriquecimento de um currículo de artes liberais são aquelas que podem ser feitas dentro do quadro de uma concepção desse currículo que tenha pouco, se é que tem algo, a ver com educação profissional ou vocacional.
Stanley Edwin Howard (Mon,) estudou esta questão.
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