A polarização dos TAMs carrega um sinal patológico maior do que a carga total de macrófagos em RCC. As métricas baseadas em CD163 estão associadas à necrose e mantêm independência junto ao tamanho do tumor, apoiando sua incorporação na avaliação de risco e motivando estratégias terapêuticas direcionadas aos TAMs. A validação prospectiva com desfechos de sobrevivência é justificada.
Babu et al. (Sex,) estudaram essa questão.