Na vida cotidiana, frequentemente generalizamos associações aprendidas anteriormente entre nossas ações e seus resultados para situações novas, mas similares. O presente estudo teve como objetivo replicar conceitualmente e diretamente os resultados relatados por Esser et al. (Pesquisa Psicológica, 87(7), 2249–2258 2023), que relataram que o aprendizado de ação-efeito (A–E) se generaliza para estímulos categoricamente similares. No entanto, a imagem geral na literatura publicada não é convincente em relação a essa generalização, e assim uma replicação parece ser de particular importância. Apresentamos três experimentos. Em nossas replicações conceituais (Experimentos 1 e 2), não encontramos evidências de efeitos de compatibilidade A–E para estímulos aprendidos ou similares. Na replicação direta (Experimento 3), observamos evidências de aprendizado A–E bem-sucedido, mas ainda assim falhamos em replicar a generalização para estímulos similares. Uma diferença crítica entre os Experimentos 1 e 2 e o Experimento 3, no entanto, é que o aprendizado estímulo-estímulo (E-E) não foi possível nos dois primeiros experimentos, mas no último (como já foi reconhecido por Esser et al.). Em suma, nossos resultados (1) sugerem um papel crítico do aprendizado E-E neste design particular (2) e questionam se o aprendizado A–E realmente se generaliza para estímulos similares.
Ahrens et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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